quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

28/02/2008

Redação para JOL:

1 – Etapas da Produção de textos (C. Killian)
*Pesquisa: levantamento de informações. (não deixar pra fonte decidir sobre o que vai ser a matéria -NÃO ter preguiça de pesquisar! Preparar perguntas com antecedência)
*Organização da Informação: lógica (direcionar a entrevista - evitar perguntas abertas!!! NÃO TORRAR A FONTE!!! Preparar perguntas com antecedência! Fazer perguntas relevantes! Ser Criativo!!!)
*Redação: os leitores do JOL são muito especializados! são pessoas que entendem MUITO dos assuntos que consomem. por isso o jornalista não pode se dar ao luxo de não saber (ou saber superficialmente) o que escreve.
*Edição e Revisão: releia, releia, releia...
*Design: O jornalista edita sua propria matéria no JOL. Para isso, ele se utiliza de sistemas parecidos com os de atualização de blogs. Saber editar o site é VITAL no JOL.

2- Princípios de Redação
*Pensar o texto em HIPERTEXTO - As matérias do JOL não são lineares. Geralmente não são lidas do início ao fim, por isso é importante que o jornalista pense em todos os links que puder relacionar ao seu texto. A notícia do JOL NUNCA é completa! É importantíssimo oferecer uma forma pro leitor continuar a aprofundar-se no assunto! Linkar sempre para fontes oficiais e/ou confiáveis!
*Ser ORGANIZADO - paragrafos bem organizados!
*Ser CLARO e OBJETIVO - o leitor do JOL é muito dispersivo! a ordem direta ajuda por que a leitura na tela é mais cansativo!
*Utilizar multimídia SEMPRE que possível - no estilo "clique aqui para ver tal coisa". É melhor usar imagens por que ilustra a matéria.
*Utilizar o estilo PIRÂMIDE INVERTIDA
*Pensar na INTERATIVIDADE - proporcionar ferramentas de participação faz com que o leitor volte! Esta tendência se chama "jornalismo participativo".
*Produzir um texto ESCANEÁVEL - ressaltar o que se está falando! é uma questão de visualização. o leitor lê e ja entende.

3 – O texto na web (Killian)

*Orientação
- minimalismo - sempre pensar que ler na tela é muito chato! mantenha no tamanho maximo de 1 rolagem. caso não seja possivel, usar subtitulos box, etc. quebra o ritmo e faz com que o leitor se interresse! (dividir um assunto muito abrangente em várias pequenas matérias específicas, linkando umas às outras)
- coerência
*Informação
- clareza + correção = escaneabilidade (keep it simple!!!)
*Ação (pensar naquilo que se vai causar no leitor. qual é o objetivo da matéria??)
*Planejamento e Organização (planjear e materia e ser organizado. saber qual o tamanho da matéria, quantas partes vai ter, etc.)


4 – USAR:
*Manchete (CURTA!!! uma linha só)
*Cartola (que tipo de assunto a matéria trabalha)
*Linha de Apoio (explica a manchete. um linha só)
*Lead simples (feijão com arroz. pra explicar a matéria)
*Hipertexto (link extrerno e interno)
*Imagens (sempre que der!)

5 – EVITAR:
*Construções temporais (hoje, amanhã, semana que vem)
*Frases muito longas
*Ordem indireta
*Links para fontes “duvidosas”
*Links sem sentido
*Textos muito longos (Se precisar, use subtítulos)
*Copiar informações
*Informações inexatas (muitos, poucos, etc...)

Tamanho do texto (1 rolagem, no máximo!!!!)


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

primeira atividade

Desafios do mercado do jornalismo em Pelotas

O mercado de trabalho para comunicação em Pelotas está saturado. O ingresso de vestibulandos no curso de Comunicação da Escola de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas (Ecos – UCPel) durante processo seletivo de verão costuma ser de, em média, 150 alunos - 52% deles na habilitação em jornalismo. A Ecos também coloca no mercado em torno de 80 novos comunicadores por ano. Com uma média destas é fácil perceber o porque do receio de tantos novos comunicadores na hora de ingressar no mercado de trabalho.

Para a maioria dos formandos de jornalismo de Pelotas, buscar novas alternativas é algo vital para garantir o futuro. A dois anos da formatura, o acadêmico Eduardo Menezes diz acreditar que Pelotas só tem espaço para o chamado jornalismo comercial. “O jornalismo pelotense vive de padrões muito conservadores. Não tem espaço para inovar”, afirma o estudante. Para ele, o futuro da profissão está na internet. “Se puder escolher, vou trabalhar com mídias alternativas. São veículos novos e isentos, o que possibilita o livre exercício da profissão”.

Já João Monteiro ainda tem alguma esperança na atividade clássica da imprensa. "Trabalhar com o impresso tem romantismo e adrenalina. Até mesmo o ato de escrever em papel e ter um contato cara-a-cara com o entrevistado é algo que me atrai na profissão", afirma.

Diante das dificuldades enfrentadas, muitos recém-formados escolhem caminhos totalmente alternativos. Para o professor da Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC) e jornalista Rafael Hoff, cada vez mais os jornalistas têm procurado mercado no cinema e até mesmo na publicidade. "Como o jornalista pode circular por muitos ambientes, cada vez mais vemos estes profissionais investindo em carreiras na área de redação em publicidade, cinema e até mesmo produção de eventos, o que acaba por prejudicar publicitários e relações públicas". A dica do professor é conhecer seu estilo, mas nunca esquecer que, para trabalhar na comunicação social, o profissional precisa ser dinâmico. "O mercado do jornalismo tem exigido profissionais completos e dinâmicos. Não se aceita mais que um jornalista não saiba editar sua própria matéria, por exemplo. Além disso, o acadêmico desta habilitação precisa ter em mente que o conhecimento dos mais diferentes veículos de comunicação é vital para a sobrevivência neste mercado. Nem sempre será possível trabalhar somente em TV, rádio ou jornal, às vezes a oportunidade está num veículo diferente daquele que pretendíamos trabalhar durante a faculdade", completa.